O senador Wilder Morais (PL) admitiu que não votou na sessão que rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (30), o parlamentar afirmou que “errou no tempo”, mas sempre se posicionou contra o nome do AGU. Wilder justifica que “a sabatina na CCJ durou mais de cinco horas e a votação no plenário durou cinco minutos”. Segundo ele, sua chegada foi “logo em seguida” à votação que barrou Messias. “Esse é o fato. Errei no tempo, mas não no meu posicionamento”, disse. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB), disse no microfone, durante a sessão, que o líder da oposição na Casa, Rogério Marinho (PL), havia informado que não era necessário esperar Wilder, pois o goiano não votaria. Na noite desta quarta-feira (29), porém, o senador por Goiás publicou vídeo em que comemora a rejeição a Messias. Nas redes sociais, foi criticado por não ter votado. “Estão dizendo por aí que não fui votar porque eu era a favor do outro lado. É mentira. Em novembro do ano passado já me posicionei contra a indicação do ministro”, disse, ao exibir uma matéria do Jornal O Popular que indicava sua rejeição. “Todo mundo sabe que sempre fui contra”, completou. O post Wilder Morais admite ausência em votação que rejeitou Messias: “Errei no tempo” foi publicado primeiro em Diário de Goiás.Acompanhe mais notícias em nosso site.
ACONTECE AGORA
- Renda dos goianos cresce 8,9% e fica acima da média brasileira, aponta IBGE
- Dia das Mães: entenda origem da data e por que a celebração ocorre no segundo domingo de maio no Brasil
- Ypê mantém produção suspensa após decisão da Anvisa; entenda o caso e os próximos passos
- Governo de Goiás celebra Dia das Mães em Caçu, com anúncio de construção de casas a custo zero
- Prefeitura aponta fortalecimento da rede de proteção às mães em Goiânia
- Frente fria rompe bloqueio atmosférico e provoca queda de temperatura em Goiás
- Lideranças defendem reeleição de Daniel Vilela em encontro político na cidade de Rio Verde
- Justiça determina manutenção de aulas na rede municipal de ensino


