“Eu acho que, assim, é o maior mocó do Brasil.” É dessa forma que o secretário municipal de Eficiência, Fernando Antônio Ribeiro Peternella, descreve o antigo prédio do Diário da Manhã, no Setor Leste Universitário, que está abandonado e deve ser demolido pela Prefeitura de Goiânia. Segundo ele, a operação deve começar no início de agosto, mas ainda não há uma data definida.
Em entrevista ao Jornal Opção, Peternella explicou que a demolição não será uma operação rápida. O tamanho da estrutura, que ocupa uma área extensa e tem trechos com vários pavimentos, exige uma programação específica dos equipamentos e das equipes que vão trabalhar no local. “Lá, eu vou ser sincero, eu acho que vai ficar entre uma semana a dez dias, para demolir”, afirmou.
O secretário ressaltou que a Prefeitura ainda precisa organizar a operação antes de confirmar o dia em que as máquinas vão entrar no imóvel. “Primeiro eu tenho que fazer um planejamento e depois fazer uma programação. Então, eu não tenho uma data”, explicou. A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) será responsável por disponibilizar os equipamentos e os operadores necessários para a demolição.
De acordo com Peternella, a pasta já tem uma programação própria e será preciso encontrar espaço no cronograma para concentrar as máquinas no antigo prédio. “Eu faço demolições às quartas e sexta-feiras. Então, a Seinfra trabalha comigo quarta e sexta, mas segunda, terça e quinta ela já tem outros trabalhos, está realizando outros trabalhos. Então, eles têm que arrumar essa programação primeiro”, disse.
O secretário espera que uma equipe técnica da Seinfra vá ao local nos próximos dias para avaliar a estrutura e definir quais equipamentos serão usados.
A preocupação, segundo ele, é que a demolição de uma construção daquele tamanho não pode ser conduzida da mesma maneira que a retirada de uma casa abandonada.
Além da questão dos equipamentos, a Prefeitura ainda precisa lidar com a presença de pessoas em situação de rua que usam o espaço para se abrigar.
O secretário afirmou que a Secretaria Municipal de Assistência Social deve comparecer ao local para identificar essas pessoas e avaliar possíveis encaminhamentos antes da demolição. “Tem algumas pessoas que moram lá. A Secretaria Municipal de Assistência Social precisa ir lá para a gente ver onde vamos levar essas pessoas”, explicou.
Peternella também afirmou que a Prefeitura tem pressa para retirar a estrutura, mas que o tamanho do imóvel exige cautela. “A gente tem pressa, né? Para acabar com aquilo ali. Mas tem que fazer, tem que planejar, porque é muito grande”, afirmou.
Abandonado há anos, o antigo prédio do Diário da Manhã se deteriorou com o passar do tempo e passou a ser usado como abrigo por pessoas em situação de rua e usuários de drogas. Antes de decidir pela demolição, segundo a Prefeitura, os proprietários foram notificados em diferentes ocasiões para dar uma destinação ao imóvel, mas não tomaram providências.
Agora, o município trabalha para viabilizar a retirada da estrutura, que, na avaliação do secretário, se tornou um dos maiores pontos de abandono e insegurança da região.
Leia também: Prefeitura vai demolir antigo prédio do Diário da Manhã, no setor Leste Universitário
O post “É o maior mocó do Brasil”, diz secretário sobre antigo prédio do Diário da Manhã, que deve ser demolido em agosto apareceu primeiro em Jornal Opção.
Acompanhe mais notícias em nosso site.
“É o maior mocó do Brasil”, diz secretário sobre antigo prédio do Diário da Manhã, que deve ser demolido em agosto
“Eu acho que, assim, é o maior mocó do Brasil.” É dessa forma que o secretário municipal de Eficiência, Fernando Antônio Ribeiro Peternella, descreve o antigo prédio do...
