Há 17 meses nos Estados Unidos e sem mandato desde o dia 18 de dezembro do ano passado, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi demitido pela Polícia Federal. Desde o fim do ano ele respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por abandono de cargo. Antes de ser efetivada, a demissão precisa da assinatura do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mora nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, quando se aproximou de membros do governo americano e reivindicou para si a articulação que culminou no primeiro tarifaço contra produtos brasileiros, em julho do ano passado, e sanções contra autoridades brasileiras, como revogação de vistos e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em dezembro, ele foi cassado pela mesa diretora da Câmara depois de ultrapassar o limite de faltas permitido pelo regimento interno. Sem mandato, ele deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, para o qual ingressou por concurso em 2010. Depois da convocação, ele não se apresentou e, por isso, o PAD foi aberto em fevereiro para analisar o caso.
Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a sua carteira funcional e arma de fogo. Eduardo Bolsonaro também foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe.
Nesta semana, ele recebeu um green card que o autoriza a permanecer em território americano. O post Polícia Federal demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo foi publicado primeiro em Diário de Goiás.
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Polícia Federal demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Há 17 meses nos Estados Unidos e sem mandato desde o dia 18 de dezembro do ano passado, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi demitido pela Polícia...