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terça-feira, 01 de setembro Instagram
Informação em tempo real 01 de setembro de 2026
Goiás no Ar — Informação em Tempo Real

🧪 Perícia confirma uso de “chumbinho” em morte de menina de 9 anos em Goiás

A morte de uma menina de 9 anos em Alto Horizonte (GO) ganhou novos desdobramentos após a confirmação da perícia de que a causa do envenenamento foi o uso de “chumbinho”, um veneno altamente tóxico e proibido no Brasil.

Segundo as investigações, a criança passou mal após consumir um alimento dentro de casa e chegou a ser socorrida, mas não resistiu. O caso causou grande comoção na cidade e mobilizou as autoridades locais.

Além da vítima, o irmão da menina, de 8 anos, também apresentou sintomas de intoxicação e precisou ser hospitalizado. Ele sobreviveu e segue em recuperação.

🔬 Laudo confirma substância ilegal

De acordo com o laudo pericial, foram identificados indícios de chumbinho no organismo da criança. A substância é um tipo de veneno clandestino, geralmente utilizado de forma ilegal como raticida, e pode causar morte em poucos minutos após a ingestão.

O produto é extremamente perigoso e sua comercialização é proibida no país, justamente pelo alto risco de intoxicação grave.

🚔 Polícia investiga circunstâncias

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer como o veneno foi ingerido e quem pode ser responsável. Até o momento, não há confirmação se o envenenamento foi intencional ou acidental.

Familiares da vítima, incluindo a mãe e o padrasto, já foram ouvidos. Eles também chegaram a apresentar mal-estar, mas exames indicaram que não foram envenenados.

As autoridades analisam provas coletadas, como alimentos e aparelhos celulares, que podem ajudar a esclarecer o que aconteceu.

⚠️ Caso segue em apuração

O caso ainda está em andamento e novas informações devem surgir à medida que a investigação avança. A polícia trabalha para identificar possíveis responsáveis e entender a dinâmica do ocorrido.

A tragédia reacende o alerta sobre os riscos do uso e da circulação ilegal de substâncias tóxicas como o “chumbinho”, que continuam sendo uma ameaça à saúde pública.

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